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ARQUEOLOGIA DO PRESENTE:

LANIFICIOS

(Videoinstalación y Fotografía. 2014)

Aracne, a bela jovem de Lídia, que, orgulhosa, ousou desafiar a deusa, acabou transformada por esta em aranha, condenada a fazer da nobre arte de tecer o seu eterno e solitário trabalho. Assim o narra o mito clássico e assim o pintou, subtilmente, Velázquez no seu quadro “As Fiadeiras”.

 

Ao olhar actualmente para a cidade da Covilhã uma pessoa questiona-se se Atena não se sentiu igualmente ofendida pela arte que saía dos teares covilhanenses, pela irreverência dos desenhos antecipados ao seu tempo, pela vaidade de alguns dos seus empresários e decidiu castigar a cidade a sofrer o mesmo destino que Aracne.